Por FERNANDO FRANCISCO DE JESUS
Na sociedade brasileira podemos, hoje, destacar uma grande máquina que move a economia: o consumo. E podemos falar de consumo nas mais diversas áreas, como por exemplo, alimentos, imóveis, automóveis, vestuário, água, luz, telefone, ou seja, quando efetuamos uma compra já estamos consumindo.
O governo utiliza esta ferramenta a fim de fomentar a economia, aplicando diversos programas de incentivos ao consumo, o qual podemos citar a redução do IPI para a compra de automóveis 0 km, redução de IPI para a aquisição de produtos da linha branca1.
Entretanto o fortalecimento da economia, não está acompanhando o crescimento desacelerado do consumo nos últimos meses, informação essa justificada com a notícia do aumento da taxa selic na última semana, que subiu para 7,25 - o que para muitos especialistas é somente uma dose muito pequena do remédio que precisa ser “tomado” para desacelerar o consumo. A previsão mais correta que se faz é que a meta da taxa selic, deva fechar em torno de 8,5. Esta seria a dosagem certa do remédio.
O nível anterior da taxa selic, contribuía diretamente no endividamento das famílias brasileiras. Muitas empresas de crédito se beneficiaram desta situação, pois tomavam linhas de crédito com custo menor e repassavam a população a um preço que gerava uma margem de lucro exorbitante. Poderia haver problemas de inadimplência nos créditos pessoais, porém o nível de pessoas que cumpriam suas obrigações era muito maior do que o nível de pessoas que não cumpriam suas obrigações.
Podemos citar, ainda, outros fatores contribuintes para o endividamento das famílias brasileiras, tais como: os financiamento a longo prazo para aquisição de carros; financiamentos de 250 a 300 meses para a aquisição de um novo imóvel; o acesso fácil ao crédito pessoal; e por final, o fácil acesso ao cartão de crédito, com gastos incontroláveis.
Por fim é preciso esclarecer que o consumo é uma ferramenta indispensável, que contribui para a fomentação da economia e crescimento do país, mas deve ser sempre controlado de maneira muito eficiente, a fim de evitar o crescimento desacelerado da inflação.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Por JESSICA VIGO DOS SANTOS
O Consumo no Brasil
O consumo é o agregado mais importante na formação do Produto de um país, tendo em vista, que no
Brasil, por exemplo, este chega a ser 70% do PIB nacional. O primeiro economista a se dar conta da importância do consumo na formação do produto foi Keynes.
No Brasil, após a estabilização econômica provinda do Plano Real, e em decorrência do aumento dos salários mínimos acima da inflação ocorreu uma explosão do consumo e surgimento de uma classe de consumidores ampla, denominada de classe C.
Esta nova classe de consumo, teve ganhos reais maiores que a produtividade. Este fato aliado ao deficit de investimento no país é gerador de constantes pressões inflacionárias no país.
Tendo em vista, que o governo federal emite títulos para financiar seu déficit a única alternativa para a contenção dessa pressão inflacionária é a taxa de juros.
Além disto, há o endividamento das famílias que com a expansão do crédito e queda da taxa de juros apartir da estabilização da moeda aumentou bastante chegando ao patamar de 43,42% no não de 2012.
O consumo das famílias é crescente, porém é necessário que ocorram politicas econômicas que propiciem que este aumento tenha impacto positivo sobre o produto, e para que haja crescimento no país como um todo.
O Consumo no Brasil
O consumo é o agregado mais importante na formação do Produto de um país, tendo em vista, que no
Brasil, por exemplo, este chega a ser 70% do PIB nacional. O primeiro economista a se dar conta da importância do consumo na formação do produto foi Keynes.
No Brasil, após a estabilização econômica provinda do Plano Real, e em decorrência do aumento dos salários mínimos acima da inflação ocorreu uma explosão do consumo e surgimento de uma classe de consumidores ampla, denominada de classe C.
Esta nova classe de consumo, teve ganhos reais maiores que a produtividade. Este fato aliado ao deficit de investimento no país é gerador de constantes pressões inflacionárias no país.
Tendo em vista, que o governo federal emite títulos para financiar seu déficit a única alternativa para a contenção dessa pressão inflacionária é a taxa de juros.
Além disto, há o endividamento das famílias que com a expansão do crédito e queda da taxa de juros apartir da estabilização da moeda aumentou bastante chegando ao patamar de 43,42% no não de 2012.
O consumo das famílias é crescente, porém é necessário que ocorram politicas econômicas que propiciem que este aumento tenha impacto positivo sobre o produto, e para que haja crescimento no país como um todo.
Por MARCIO DOS SANTOS
O Brasile a Política de Incentivo ao Consumo
Muitas são as críticas à política econômica que vem sendo adotada pelo
governo Lula e da presidente Dilma. Parece que para um governo populista, a saída
encontrada para manter
-
se no poder é o incentivo ao consumo, elev
ando assim um
suposto padrão de vida da população de renda mais baixa. Não sou contrário ao
incentivo do governo para que pessoas saiam de uma vida miserável, entretanto, não
podemos esquecer que até o presente momento, tais medidas não tornaram a
economia
brasileira mais versátil e dinâmica na busca pelo desenvolvimento. Até certo
ponto melhoramos nossos indicadores sociais, contudo, nosso PIB patina mais uma vez
ao longo da década. Temos excelentes condições para progredirmos, mas estamos
fadados a uma pé
ssima classe política, não por culpa de alguns, mas pela maioria que
defende seus interesses e de outrem, e não o bem coletivo da nação.
Mais uma vez o temor da inflação descontrolada bate em nossa porta pedindo
passagem, e mais uma vez, ao olharmos nossas
experiências passadas, nos
preocupamos exacerbadamente. Porém o que está causando esta inflação
persistente? Eu prefiro acreditar que seja o alto custo de manutenção da máquina
pública que a cada dia nos brinda com mais e mais escândalos de corrupção e
de
sperdícios de dinheiro. Outro fator que merece destaque é a alta crescente dos
salários nominais em detrimento da produtividade. Cada vez mais, o governo joga uma
enxurrada de moeda sem a contrapartida da produção e a crescente valorização
cambial, favorec
endo os exportadores.
Outro fator importante é o crescente endividamento familiar e a crescente
preocupação do poder público para solucionar este problema, através de desoneração
de impostos e outras medidas.
Em média no ano de 2001 as pessoas físicas leva
ram
aproximadamente 313 dias para liquidarem suas dívidas enquanto que as jurídicas 178
dias. Já no ano de 2011, as pessoas físicas levaram 606 dias e as jurídicas 402, um
aumento de 93,6% (Pessoas Físicas) e 125,8% (Pessoas Jurídicas).
O Brasile a Política de Incentivo ao Consumo
Muitas são as críticas à política econômica que vem sendo adotada pelo
governo Lula e da presidente Dilma. Parece que para um governo populista, a saída
encontrada para manter
-
se no poder é o incentivo ao consumo, elev
ando assim um
suposto padrão de vida da população de renda mais baixa. Não sou contrário ao
incentivo do governo para que pessoas saiam de uma vida miserável, entretanto, não
podemos esquecer que até o presente momento, tais medidas não tornaram a
economia
brasileira mais versátil e dinâmica na busca pelo desenvolvimento. Até certo
ponto melhoramos nossos indicadores sociais, contudo, nosso PIB patina mais uma vez
ao longo da década. Temos excelentes condições para progredirmos, mas estamos
fadados a uma pé
ssima classe política, não por culpa de alguns, mas pela maioria que
defende seus interesses e de outrem, e não o bem coletivo da nação.
Mais uma vez o temor da inflação descontrolada bate em nossa porta pedindo
passagem, e mais uma vez, ao olharmos nossas
experiências passadas, nos
preocupamos exacerbadamente. Porém o que está causando esta inflação
persistente? Eu prefiro acreditar que seja o alto custo de manutenção da máquina
pública que a cada dia nos brinda com mais e mais escândalos de corrupção e
de
sperdícios de dinheiro. Outro fator que merece destaque é a alta crescente dos
salários nominais em detrimento da produtividade. Cada vez mais, o governo joga uma
enxurrada de moeda sem a contrapartida da produção e a crescente valorização
cambial, favorec
endo os exportadores.
Outro fator importante é o crescente endividamento familiar e a crescente
preocupação do poder público para solucionar este problema, através de desoneração
de impostos e outras medidas.
Em média no ano de 2001 as pessoas físicas leva
ram
aproximadamente 313 dias para liquidarem suas dívidas enquanto que as jurídicas 178
dias. Já no ano de 2011, as pessoas físicas levaram 606 dias e as jurídicas 402, um
aumento de 93,6% (Pessoas Físicas) e 125,8% (Pessoas Jurídicas).
Por JOSÉ EDIS DE VARGAS MOTA
Consumo
O Brasil lidera o ranking de atratividade na América Latina, segundo nossa primeira pesquisa de atratividade do País. Quase sete em cada dez líderes empresariais apontam o País como o mais atraente para o estabelecimento de operações.
Nossa pesquisa sublinha o impacto do Brasil no mapa global e seus pontos fortes. Ao mesmo tempo, destaca a necessidade de melhorar a capacitação profissional e diversificar a economia. O estudo inclui ainda uma seção sobre a próxima fase de crescimento do País e uma análise sobre setores-chave de crescimento que, acreditamos, impulsionarão o investimento estrangeiro direto (IDE).
Pontos fortes
Uma classe média crescente, uma forte demanda doméstica e enormes reservas inexploradas de recursos naturais
Políticas governamentais de incentivo, simplificação dos processos de licenciamento e do ambiente regulatório, crédito subsidiado e opções de financiamento acessíveis
O Brasil sediará a Copa do Mundo Fifa 2014 e os Jogos Olímpicos 2016
Um grande mercado doméstico e trajetória de crescimento de longo prazo
Abertura da sociedade brasileira, que dá espaço à diversidade de raça e religião
Desafios
Falta de pessoal qualificado e qualidade baixa da educação básica
Altas taxas de juros e sistema tributário complexo
Valorização da moeda, que prejudica a competitividade das exportações
Consumo
O Brasil lidera o ranking de atratividade na América Latina, segundo nossa primeira pesquisa de atratividade do País. Quase sete em cada dez líderes empresariais apontam o País como o mais atraente para o estabelecimento de operações.
Nossa pesquisa sublinha o impacto do Brasil no mapa global e seus pontos fortes. Ao mesmo tempo, destaca a necessidade de melhorar a capacitação profissional e diversificar a economia. O estudo inclui ainda uma seção sobre a próxima fase de crescimento do País e uma análise sobre setores-chave de crescimento que, acreditamos, impulsionarão o investimento estrangeiro direto (IDE).
Pontos fortes
Uma classe média crescente, uma forte demanda doméstica e enormes reservas inexploradas de recursos naturais
Políticas governamentais de incentivo, simplificação dos processos de licenciamento e do ambiente regulatório, crédito subsidiado e opções de financiamento acessíveis
O Brasil sediará a Copa do Mundo Fifa 2014 e os Jogos Olímpicos 2016
Um grande mercado doméstico e trajetória de crescimento de longo prazo
Abertura da sociedade brasileira, que dá espaço à diversidade de raça e religião
Desafios
Falta de pessoal qualificado e qualidade baixa da educação básica
Altas taxas de juros e sistema tributário complexo
Valorização da moeda, que prejudica a competitividade das exportações
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Por Cristian Ulisses Dowcewicz
Consumo
O consumo. Utilização, aplicação, uso ou gasto de um bem ou serviço por um indivíduo ou uma empresa. É o objeto e a fase final do processo produtivo, precedida das etapas de fabricação, armazenagem, embalagem, distribuição e comercialização. Numa sociedade em que a divisão social e técnica é relativamente complexa, a apropriação e a transformação dos elementos da natureza são separados , no tempo e no espaço, de seu uso para satisfação de necessidades humana.
Geralmente, o consumo é considerado uma atividade que se desenvolve no âmbito da família, definida como unidade de consumo. Mas há também o consumo no interior das empresas – especialmente nas fabricas – que utilizam insumos ou bens provenientes de outras unidades produtivas ( consumo produtivo). A separação entre produção e consumo suscita algumas questões importantes para atividade econômica, uma vez que as necessidades humanas e as formas de satisfazê-las variam de acordo com vários fatores ( Idade, sexo, nível de renda).
Geralmente, o consumo é considerado uma atividade que se desenvolve no âmbito da família, definida como unidade de consumo. Mas há também o consumo no interior das empresas – especialmente nas fabricas – que utilizam insumos ou bens provenientes de outras unidades produtivas ( consumo produtivo). A separação entre produção e consumo suscita algumas questões importantes para atividade econômica, uma vez que as necessidades humanas e as formas de satisfazê-las variam de acordo com vários fatores ( Idade, sexo, nível de renda).
Consumo produtivo
Consumo de produtos que retornam ao processo de produção – sob a forma de insumo ou bens intermediários ( matérias-primas elaboradas) para serem transformadas em novos produtos.
Nas famílias, o consumo é despesa das famílias em bens e serviços, com a exceção de compras de novas moradias.. Os “bens” incluem as despesas das famílias em bens duráveis, como carros e eletrodomésticos, e bens não duráveis, como alimentos e vestuários, Os “serviços” incluem itens intangíveis, como cortes de cabelos e serviços de saúde.
Consumo de produtos que retornam ao processo de produção – sob a forma de insumo ou bens intermediários ( matérias-primas elaboradas) para serem transformadas em novos produtos.
Nas famílias, o consumo é despesa das famílias em bens e serviços, com a exceção de compras de novas moradias.. Os “bens” incluem as despesas das famílias em bens duráveis, como carros e eletrodomésticos, e bens não duráveis, como alimentos e vestuários, Os “serviços” incluem itens intangíveis, como cortes de cabelos e serviços de saúde.
Consumo conspícuo
É o dispêndio feito com finalidade precípua de demostração de condição social, manifestando-se por meio da compra de artigos de luxo e de quaisquer gastos ostentatórios. É praticado principalmente pelas camadas sociais de alta renda, cujo padrão de vida as camadas de renda mais baixa procuram imitar. Isso gerou um conceito estabelecido e definido economista norte-americanos, Thorstein Veblen em sua obra A Teria das Classe Ociosa.
Consumo improdutivo
Ocorre quando os bens ou serviços produzidos se destinam à satisfação física ou espiritual dos indivíduos e o produto não tem continuidade no processo produtivo: é destruído, gasto ou assimilado pelo consumidor individual ou familiar. É caso do consumo de gêneros alimentícios, roupas, calçados, eletrodomésticos e automóveis particulares.
É o dispêndio feito com finalidade precípua de demostração de condição social, manifestando-se por meio da compra de artigos de luxo e de quaisquer gastos ostentatórios. É praticado principalmente pelas camadas sociais de alta renda, cujo padrão de vida as camadas de renda mais baixa procuram imitar. Isso gerou um conceito estabelecido e definido economista norte-americanos, Thorstein Veblen em sua obra A Teria das Classe Ociosa.
Consumo improdutivo
Ocorre quando os bens ou serviços produzidos se destinam à satisfação física ou espiritual dos indivíduos e o produto não tem continuidade no processo produtivo: é destruído, gasto ou assimilado pelo consumidor individual ou familiar. É caso do consumo de gêneros alimentícios, roupas, calçados, eletrodomésticos e automóveis particulares.
Sociedade de Consumo
Situação própria dos países altamente industrializados, caracterizada pela produção e pelo consumo ilimitado de bens duráveis, sobretudo artigo supérfluos. O próprio conceito de sociedade de consumo traz em si uma posição crítica, que projetou nas análises econômicas, politicas e sociais da atualidade feitas a partir da década de 60. no final deste período, a onda de protesto juvenil que abalou a Europa Ocidental e os Estados Unidos tinha com uma alvos principais a imposição consumista dos agentes industriais e comerciais. Nesse mesmo sentido, orientou-se a movimento e o modo vida hippie, pautando-se pelo retorno a uma vida simples, despojada, grupal, em que os próprios consumidores fossem artífices dos objetivos e produtos que satisfizessem sua necessidades básicas. Atualmente, a crítica à sociedade de consumo e ao consumismo que ela engendra, e do qual depende produtivamente, parte de um analise das próprias caraterísticas do capitalismo em sua fase monopolista. Andre Gonz, um dos mais veementes críticos da sociedade do consumo, afirma: “ a sociedade capitalista madura permanece assim profundamente bárbara na medida em que não visa a nenhuma civilização da existência social e das relações social, mas apenas uma civilização do consumo individual.” Mas, simultaneamente , a homogeneidade e os estereótipos do consumo individual solicito pelos oligopólios produzem esses indivíduo social particular para qual a sua sociabilidade aparece como acidental e estranha: o indivíduo de massa.
Conclusão sustentável
No mundo atual é impossível viver sem consumir, pois o mundo gira em torno da compra e do lucro, é claro que não é o mais saudável, mas é a realidade. Dependemos do meios de produção para trabalharmos (Consumo → Emprego → Fonte de renda). A questão "Consumo consciente vs. Consumismo" é difícil de ser comentada e discutida pelo fato de não atribuir classe social ou a fonte de renda, por ser uma questão psicológica e individual, ou seja, cada um deve se conscientizar sem depender de influencias ou de outras pessoas. E sendo este elemento componente de uma analise conjuntural para realmente ver o crescimento da sociedade temos esta atento ao consumo e suas armadinhas.
Por REJANE MEDIANEIRA DA ROSA
CONSUMO
Em uma sociedade que estimula a satisfação imediata dos desejos, como resistir à pressão pelo consumo compulsivo?
Vivemos atualmente na era do ter, eu tenho o carro do ano, eu tenho o ultimo modelo de celular, eu tenho toda a tecnologia de ponta a minha disposição, logo, tenho poder, tenho status, tenho valor.
Isto faz com que cada vez mais pessoas fiquem endividadas.
Nossa mídia nos faz pensar que se não temos estes ou aqueles produtos não somos nada, então entramos em um circulo vicioso, conforme demonstração a seguir.
Compramos algo que nos deixa felizes momentaneamente, entretanto ao receber a conta nos deparamos com a realidade, ou seja, passamos de um momento de alegria ao remorso por termos adquirido algo desnecessário.
Usamos o dinheiro como compensação para nossas angustias, frustrações, como solução para nossos problemas momentâneos, mas esquecemos que em longo prazo, nossos problemas são maiores. As pessoas costumam ver empréstimos como acréscimo de patrimônio, e não se dão por conta que trata-se apenas de um prejuízo com os altos juros
Tivemos um aumento de renda no País nos últimos anos, onde a classe média atingiu sem ápice, com este aumento tivemos dinheiro extra circulando, o que resultou em gastos, pois não houve nenhum acréscimo nos depósitos feitos em cadernetas de poupança.
Com isto podemos comprovar que a população não tem o hábito de poupar, uma pena, pois se a população entendesse o quão é essencial poupar mais e construir um futuro tranqüilo, com uma aposentadoria extra, nossa realidade poderia ser outra.
Mas esperamos que daqui um tempo esta realidade seja outra, com a nova lei do governo, onde foi inserido a educação finan
CONSUMO
Em uma sociedade que estimula a satisfação imediata dos desejos, como resistir à pressão pelo consumo compulsivo?
Vivemos atualmente na era do ter, eu tenho o carro do ano, eu tenho o ultimo modelo de celular, eu tenho toda a tecnologia de ponta a minha disposição, logo, tenho poder, tenho status, tenho valor.
Isto faz com que cada vez mais pessoas fiquem endividadas.
Nossa mídia nos faz pensar que se não temos estes ou aqueles produtos não somos nada, então entramos em um circulo vicioso, conforme demonstração a seguir.
Compramos algo que nos deixa felizes momentaneamente, entretanto ao receber a conta nos deparamos com a realidade, ou seja, passamos de um momento de alegria ao remorso por termos adquirido algo desnecessário.
Usamos o dinheiro como compensação para nossas angustias, frustrações, como solução para nossos problemas momentâneos, mas esquecemos que em longo prazo, nossos problemas são maiores. As pessoas costumam ver empréstimos como acréscimo de patrimônio, e não se dão por conta que trata-se apenas de um prejuízo com os altos juros
Tivemos um aumento de renda no País nos últimos anos, onde a classe média atingiu sem ápice, com este aumento tivemos dinheiro extra circulando, o que resultou em gastos, pois não houve nenhum acréscimo nos depósitos feitos em cadernetas de poupança.
Com isto podemos comprovar que a população não tem o hábito de poupar, uma pena, pois se a população entendesse o quão é essencial poupar mais e construir um futuro tranqüilo, com uma aposentadoria extra, nossa realidade poderia ser outra.
Mas esperamos que daqui um tempo esta realidade seja outra, com a nova lei do governo, onde foi inserido a educação finan
Por FERNANDA SILVEIRA SCHMITZ.
CONSUMISMO INFANTIL
Ninguém nasce consumista. O consumismo é uma ideologia, um hábito mental forjado, que se tornou uma das características culturais mais marcantes da sociedade atual. Não importa o gênero, a faixa etária, a nacionalidade, a crença ou o poder econômico. Todos que sentem o efeito da publicidade são estimulados a consumir inconsequentemente.
As crianças em desenvolvimento, mais vulneráveis que os adultos, não ficam fora desta lógicae sofrem cada vez mais com as consequências relacionadas com os excessos do consumismo:obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de tabaco e álcool, stress familiar,banalização da agressividade e da violência, entre outras.
Os pais enchem as lojas para atender os desejos dos filhos. Esta cena não é comum somenteno mês do Natal. Os excessos quanto aos pedidos das crianças acontecem frequentemente, eisto se deve à forte influência que o consumo exerce sobre as crianças. Uma forma de lidarcom esse aspecto é a orientação que os pais podem oferecer o quanto antes, esclarecendoque o importante é a personalidade da pessoa e não aquilo que ela consome.
O ser humano tem uma grande necessidade de aceitação, de pertencer a um grupo, econsumir seria uma forma de inserção social, a criança “necessita” adquirir determinado brinquedo, certas marcas de tênis e roupas e até fazer alguns passeios que são interessantes para o seu grupo.
Por outro lado na maioria das vezes quem incentiva esse consumismo são os próprios pais que tem uma vida muito corrida com trabalho, alguns além de trabalhar o dia inteiro estudam a noite, e não tem tempo para os filhos o que acontece é que acabam tentando “suprir” esta falta de tempo de carinho e atenção dando tudo o que a criança deseja.
Sem falar na influência direta que a publicidade tem sob as crianças, alguns produtos tem um apelo direto à infância, e alguns até são multados pela forma com que fazem isso. Por exemplo, o Mc Donalds foi multado em R$3,192 milhões por publicidade de alimentos voltada a crianças no sanduiche McLanche Feliz. A multa partiu de denúncia feita pelo Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, organização não governamental (ONG) que trata de consumo infantil. A ONG argumentava que a associação entre a venda de alimentos e brinquedos "cria uma lógica de consumo prejudicial e incentiva a formação de valores distorcidos, bem como a formação de hábitos alimentares prejudiciais à saúde".
“A infância deve ser preservada na sua essência como um tempo indispensável e
fundamental para a formação da cidadania
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