quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

O PAPEL DO ESTADO NA PROMOÇÃO DE UMA ECONOMIA SUSTENTÁVEL NO BRASIL








O PAPEL DO ESTADO NA PROMOÇÃO DE UMA ECONOMIA SUSTENTÁVEL NO BRASIL

Luciano Lima de Camargo1

RESUMO

A preocupação com o meio ambiente tem levantando discussões a respeito da responsabilidade pela conservação das fontes de recursos renováveis ao redor do mundo, no âmbito nacional esta discussão intensificou-se nas últimas décadas seguindo o embalo dos modelos internacionais de preservação ambiental. A partir dessa mudança dos conceitos de padrões aceitáveis de poluição levanta-se a questão sobre a importância de uma participação do Estado na regulamentação de políticas públicas que venham a proteger a natureza da exploração de recursos necessários para manter os atuais níveis econômicos de produção. O presente trabalho procura através de uma análise bibliográfica entender a necessidade da atuação do Estado quanto a legislação e promoção do desenvolvimento que atenda os padrões sustentáveis, e ofereça melhores perspectivas para um futuro que mostra-se tão incerto.
Palavras-chave: Sustentabilidade; Desenvolvimento; Meio Ambiente; Recursos Naturais.
Códigos do Journal of Economic Literature: Q26, Q32, Q38, Q56.

ABSTRACT

The concern about the environment has been raising debates regarding the responsibility for the preservation of renewable resources around the globe, at national level this debate has intensified over the past decades following the path of the international drafts of environmental preservation. From this change of concepts of acceptable pollution standards raises the issue of the importance of the State

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1 Graduando em Ciências Econômicas (ULBRA). lucianoocamargo@gmail.com




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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

BRASIL E A FINANCEIRIZAÇÃO ECONÔMICA




BRASIL E A FINANCEIRIZAÇÃO ECONÔMICA

Maria Eduarda Domanski1

RESUMO

Este artigo parte da hipótese de que a economia nacional passa por um problema estrutural e não conjuntural resultado da dinâmica do sistema capitalista atual. O artigo tem como objetivo analisar a mudança no sistema capitalista decorrente do processo de financeirização. O estudo busca conceituar este processo e mostrar a economia brasileira à luz da mudança na forma de acumulação do capital. A financeirização tem sido determinante para que o investimento indireto prevaleça sobre o investimento. Como consequência, a economia nacional passou de um período de crescimento e dinamismo para um ciclo de desindustrialização e reprimarização. O que levou a uma trajetória de instabilidade e crise estrutural, comprometendo o desenvolvimento no longo prazo e aumentando a vulnerabilidade externa da economia.
Palavras-chaves: Financeirização. Crise Estrutural do Capital. Economia Brasileira.
Código do Journal of Economic Literature: 016, G32, N16

ABSTRACT

This article starts from the hypothesis that the national economy is going through a structural and not a conjunctural problem, result of the dynamics of the current capitalist system. The article aims to analyze the change in the capitalist system resulting from the financialization process. It seeks to conceptualize this process and analyze the Brazilian economy considering the change in capital accumulation forms. Financialization has been a determining

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1 Graduanda em Ciências Econômicas (ULBRA). eduardadomanski@gmail.com

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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

RESULTADOS DOS ESTÍMULOS CONCEDIDOS À INDÚSTRIA AUTOMOTIVA NACIONAL






RESULTADOS DOS ESTÍMULOS CONCEDIDOS À INDÚSTRIA AUTOMOTIVA NACIONAL
Bruno Borelli Furtado[1]
RESUMO

Esteartigo tem como objetivo principal analisar os resultados dos estímulos concedidos à indústria automotiva nacional e o impacto destes estímulos em sua formação, fazendo uma retrospectiva da história do surgimento do setor desde 1950 aos dias atuais. Analisando os principais planos de restruturação do setor, sendo estes: o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (GEIA) do governo de Juscelino Kubitschek; o Programa Nacional do Álcool (Proálcool) do governo Militar; oRegime Automotivo Brasileiro (RAB) do governo Fernando Henrique Cardoso; e o Inovar Auto do Governo Dilma Rousseff. A partir dos dados obtidos com a análise do período será recorrida a crítica acadêmica, visando delinear o papel do poder público no setor.

Palavras chaves: IndústriaAutomotiva, Estímulos Governamentais, Formação Econômica.

ABSTRACT
This article to analyze the results of the incentives granted to the national automotive industry and the impact of these stimuli in their training, making a retrospective history of the sector's emergence from 1950 to the present day. Analyzingthemainindustryrestructuringplans, which are: theIndustryExecutiveGroupAutomotive (GEIA) of theJuscelinoKubitschek government; theNationalAlcoholProgram (Proálcool) oftheMilitaryGovernment; theBrazilianAutomotive Regime (RAB) ofthe Fernando Henrique; Inovar Auto Self Government DilmaRousseff.Fromthe data obtainedfromtheanalysisoftheperiodwillbecontestedacademiccriticism, aiming to delineate the role of government in the sector.

Key words:AutomotiveIndustry, Government Stimulus, Economic Growth.




[1] Graduando em Ciências Econômicas (ULBRA), Especialista em Planejamento (ULBRA), Graduado em Logística (ULBRA).



segunda-feira, 25 de julho de 2016

A história do capitalismo (uma abordagem social)

Venho por este meio disponibilizar este artigo, vale apena ler.
Autor: Luan Fischer Pires 
Segue link para download:
http://www.mediafire.com/download/cnng9rhy70ka7hj/A+hist%C3%B3ria+do+capitalismo+%28uma+abordagem+social%29+1.pdf

sexta-feira, 15 de julho de 2016

PROJETO DE VIABILIDADE ECONÔMICA DE UMA GELATERIA

Autor: VINÍCIUS SCHNEIDER DA SILVA



RESUMO
Este artigo tem por objetivo proporcionar a discussão de estudo de viabilidade econômico-financeira em uma gelateria. Nesta análise, várias técnicas, que consideram explicitamente o valor do dinheiro no tempo, foram utilizadas, tais como: o Valor Presente Líquido (VPL), que mede a riqueza gerada por um determinado ativo a valores atuais; e a Taxa Interna de Retorno (TIR), que representa a rentabilidade do projeto, para que um novo empreendedor tenha conhecimento suficiente para uma tomada de decisão de investir ou não seu dinheiro.









Palavras-Chaves: viabilidade econômico-financeira; gelateria; empreendedorismo; investimento; mercado; custo.




                                                                                                                   
                                                                                                                    

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O TRANSPORTE MULTIMODAL E A ECONOMIA QUE PODE TRAZER AO BRASIL

Artigo produzido :Patrícia Lucas




Logística é definida como o conjunto de atividades que tem por objetivo a colocação de um produto a um menor custo, em um determinado lugar e há tempo de atender a demanda.
Engloba a área de gerenciamento do fluxo físico, a qual inicia com o fornecimento de matéria-prima e termina com o produto final. A logística administra o local de estocagem, níveis de inventário, sistemas de informações, transporte e armazenagem do produto.
Atualmente a logística passa por um desafio. Com as operações de comércio exterior, a necessidade de produzir e distribuir produtos ao mundo todo, é um dos quesitos para de se firmar novos mercados. O comércio internacional é uma realidade, e as organizações devem-se adequar. Assim, o sistema de logística deve possuir a capacidade de controlar todo o processo em conjunto com os departamentos de marketing, financeiro e produtivo.
A logística é composta por vários sistemas interdependentes, indiferente a cada organização, que normalmente são:
- Suprimentos;
- Produção;
- Transporte;
- Armazenagem de matérias-primas e componentes;
- Inventário;
- Gerenciamento de pessoal;
- Finanças /Administração;
- Marketing;
- Embalagem protetora;
- Planejamento e administração de centros de distribuição.

Uma das suas principais características, atualmente, é a crescente complexidade operacional. O aumento da variedade dos produtos, entregas mais freqüentes, menores tempos de atendimento, menor tolerância a erros de separação, pedidos e pressões para reduzir os níveis de estoque, são alguns dos principais aspectos da complexidade, os quais refletem-se no custo logístico. 

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

O BRASIL PRECISA DEFINIR UMA ESTRATÉGIA PARA O COMERCIO EXTERIOR


Estados Unidos e mais 11 países responsáveis por 40% do comercio global fecharam a parceria transpacífico (em inglês, TPP) que irá reduzir barreiras comerciais de bens e serviços, prevenir tráfico e combater crimes ambientais. O acordo, resultado em quase 8 anos de negociação, envolve EUA, Canadá, México, Peru, Chile, Vietnã, Japão, Cingapura, Brunei, Malásia, Austrália e Nova Zelândia . É o maior acordo comercial regional da história e pode influenciar o custo de produção e remodelar industriais. Essa parceria pode vir a ser modelo para futuros acordos no comércio internacional, esperando-se que venha a ser ratificada pelo congresso dos países membro.  Se aprovado pelo congresso norte-americano, marcará a efetiva expansão do Nafta ( Acordo de Livre Comercio da América do Norte ).

O acordo prevê regras uniformes de propriedade intelectual e apresenta questões fundamentai para as montadoras e indústrias farmacêuticas. Entre os itens discutidos na fase final do acordo está a manutenção de proteções comerciais para fabricantes de remédios avançados, a derrubada de barreiras nos mercados da laticínios e açúcar e a queda gradual de impostos de importações para carros japoneses vendidos na America do Norte. O acordo é considerado um grande feito do presidente Americano, Barack Obama, e será o seu grande legado para o comercio internacional. Porém, Obama vai enfrentar sérios desafios para aprovação do acordo, pois o congresso americano encontra-se divido.

O Brasil já encontra-se isolado por ter concentrado suas negociações com países da África e America do Sul. Todavia, essa expansão da negociação internacional deverá tornar nossa produção menos competitiva isolando-nos ainda mai. De imediato, o acordo deve gerar desvios do comércio brasileiro, principalmente nos setores de manufaturados, mas também no agronegócio.

A partir de agora, todas as negociações realizadas pelos países participantes terá como referencia as novas regras, das quais o Brasil não faz parte. O acordo representa uma mudança completa nas transações e nos trás uma urgência de discussões de alternativas para o setor privado sobre a necessidade de uma maior inserção no comercio internacional.

 Os países envolvidos iram realizar troca de mercadorias sem taxação de impostos, tornando nossas mercadorias ainda mais caras e sem competitividade, mesmo com o cambio favorável às exportações. Segundo previsões o país deverá ter um superávit na balança de pagamentos, mas o mesmo será negativo, pois virá das quedas das importações e não do aumento das exportações.

Para a economista Mônica de Bolle, pesquisadora do Instituto Peterson de Economia Internacional, com sede em Washington, “A nova realidade mundial são os mega-acordos comerciais. Ficar de fora não é a solução, porque todos os países estão caminhando nessa direção.”

O Ministro do desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior, Armando Monteiro, acredita a criação da TPP acelere negociações entre o Mercosul e a União Europeia, pois considera que os europeus precisam fortalecer o eixo com a America do Sul. Segundo o ministro, a troca de proposta deverá ocorrer até o inicio de novembro. Recentemente representantes do Mercosul e União Europeia encontraram-se no Paraguai para acertar os últimos detalhes.

O Brasil precisa acelerar as negociações com o resto do mundo, pois estamos ficando para trás, isolados com o Mercosul. Precisamos definir uma estratégia para o comercio internacional. Além do acordo com a União Europeia o Brasil precisa se aproxima de mais países, para minimizar os prejuízos que a TPP pode causar.  

Segundo O Professor da Universidade de Brasília Argemiro Procópio Filho “O Brasil já tem muitos acordos com a União Europeia. O problema é a implementação Acordo de intenção a gente já tem demais. É com lembrar também que a implementação de acordos é feita sob o guarda-chuva do Mercosul e, por isso, estão muito divagar.”

A TPP servirá como um alerta ao Brasil, que precisa repensar com urgência sua política comercial com o resto do mundo, pois estamos ficando para trás nas negociações internacionais e, consequentemente, trazendo cadê vez mais incerteza para o setor privado da economia. 

Fontes: Jornal do Comercio RS - edição 06/10/2015
http://www.jcom.com.br/noticia/153209/Com_tratado_transpacifico_Mercosul_e_Europa_podem_acelerar_acordo
http://expresso.sapo.pt/internacional/2015-10-06-TPP-o-acordo-entre-12-paises-que-vai-mudar-as-regras-globais