sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

contratação emergencial de profissionais

Ceasa publica edital para a contratação emergencial de profissionais de nível superior
A Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa/RS) realizará um processo seletivo simplificado para contratações emergenciais de cinco profissionais, em caráter temporário, através de prova de títulos, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, pelo prazo determinado de 12 meses, podendo ser prorrogado uma vez por igual período. O edital será publicado nessa quarta-feira (18), no Diário Oficial do Estado (DOE).

Os selecionados ingressarão no Quadro de Pessoal da Central para o cargo de Técnico Científico Classe X, Nível I. As funções a serem preenchidas são Administrador, Advogado,
Economista e Engenheiro Civil. O processo seletivo exigirá inscrição no período indicado no Edital; preenchimento dos formulários de formação profissional e de experiência profissional. 

Estes formulários, juntamente com as cópias autenticadas em cartório da documentação exigida, poderão ser enviados pelo correio, via sedex, ou entregues no Setor de Recursos Humanos da Ceasa, em envelope lacrado e identificado, no horário das 9h às 12h e das 14h às 17h, de segunda a sexta-feira. 

O envelope deve ser enviado para o seguinte endereço: Setor de Recursos Humanos da Ceasa/RS. Processo Seletivo Simplificado Edital Nº 001/2013, na Av. Fernando Ferrari, 1001, Porto Alegre - RS, CEP 90.200-041 ..........

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

CRIAÇÃO DO "CORECON RS ACADÊMICO"

     Neste sábado dia 5 de Outubro de 2013, em uma  reunião de estudantes do Curso de Ciências Econômicas de todas as Universidades do Estado do Rio Grande do Sul junto presidente Conselho e alguns Conselheiros,  na sede CORECON RS localizado na Av. Siqueira Campus, 1184 - Salas 601, foi constituído o CORECON ACADÊMICO. 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

DNA Econômico: Triste Realidade ??

DNA Econômico: Triste Realidade ??: Quatro anos atrás, o jornal colocou em sua capa uma foto da estátua do Cristo Redentor subindo como um foguete do Corcovado do Rio de Ja...

Triste Realidade ??



Quatro anos atrás, o jornal colocou em sua capa uma foto da estátua do Cristo Redentor subindo como um foguete do Corcovado do Rio de Janeiro, sob o título " O Brasil decola ".A economia, tendo estabilizado sob Fernando Henrique Cardoso, em meados da década de 1990, acelerou-se sob Luiz Inácio Lula da Silva no início de 2000. É quase tropeçou após o colapso do Lehman, em 2008 e em 2010 cresceu 7,5%, seu melhor desempenho em um quarto de século. Para aumentar a magia, o Brasil foi premiado tanto da Copa do Mundo de futebol do próximo ano e no verão Olimpíadas de 2016. Com a força de tudo isso, Lula convenceu os eleitores no mesmo ano para escolher como presidente sua protegida tecnocrática, Dilma Rousseff.


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Desenvolvimento da indústria automotiva brasileira




Por Bruno Borelli Furtado


O surgimento da indústria automotiva nacional

O primeiro automóvel a rodar em solo brasileiro foi um Peugeot importado da França pelo aviador Alberto Santos Dumont, isto ocorreu no longínquo ano 1893. Demorou 11 anos para a frota paulistana de automóveis atingisse 83 carros e até a primeira guerra mundial (1914-1918) o país somente importava carros montados. Enfim em 1919 surge a primeira montadora de automóveis no Brasil a Ford Motor Company, onde seu fundador Henry Ford proferiu a seguinte frase sobre o futuro desta nação “O automóvel está destinado a fazer do Brasil uma grande nação”. Montado o famoso modelo T, popularmente conhecido como Ford Bigode, em regime de CKD (CompletelyKnock-Down), ou seja, as peças do veículo eram todas importadas e ocorria somente a montagem na fabrica localizada no centro da cidade de São Paulo.
Atraídas pela riqueza que o café produzia na cidade de São Paulo, outras montadoras instalam suas fabricas neste estado, são elas General Motors (1925) a InternationalHarvester (1926), Fiat (1928). Com a grande depressão de 1929 e a segunda guerra mundial (1939-1945) a economia mundial entra em colapso retardando a expansão do setor.

Com a retomada econômica mundial a partir do fim da segunda guerra a importação de veículos e autopeças representava em torno de 15% das importações do Brasil superando, em valores, as importações de trigo e petróleo, isto levou o governo Getúlio Vargas (1950-1954) a adotar as primeiras medidas governamentais em favor do fomento a indústria automotiva nacional, primeiramente, proibindo a importação de autopeças com similar nacional, em seguimento, proíbe a importações de veículos completos. Vargas ainda viria a criar a Comissão Executiva de Material Automobilístico, mas com o seu suicídio, o processo de formação da indústria automotiva seria retardado, tomando novamente o ritmo inicial no governo Juscelino Kubitschek (1956-1961).


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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

A ECONOMIA DA ÁFRICA DO SUL E SOCIEDADE NO APARTHEID

Por: Renato Claser Denck

A ECONOMIA DA ÁFRICA DO SUL E SOCIEDADE NO APARTHEID


A política econômica adotada no Apartheid era a industrialização por substituição de importação (sustentada pelo excedente da exploração de ouro), fazendo com que a África se tornasse um dos 10 países mais ricos do mundo, o sistema implantado pela África do Sul era Protecionista, com o uso de tarifas, para assim proteger o setor industrial local porém essa política fez com que muitas sanções internacionais fossem criadas.
O Protecionismo na indústria era tão elevado, que o setor sozinho contribuía com o PIB de tal maneira que contribuía mais que a mineração e a agricultura juntas. A produção estava ligada a bens “estratégicos” como armas e combustíveis. E a participação no comércio Internacional era de pelo menos 50% do PIB durante o Apartheid (Butcer, 2004), entretanto nos últimos anos do Apharteid  viram este modelo de acumulação afundar, vinculada assim na própria crise social.
Após o surto de expansão vivido nos anos 60, a economia praticamente estagnou nos anos de 70 e 80. O crescimento econômico caiu pela metade e, além disso, ficou muito volátil. Toda a demanda interna pública, privada e investimentos, apresentaram uma rápida desaceleração. As importações superavam as exportações, o que veio a se constituir no principal fator dos problemas de balança de pagamentos.
Outro fator relevante foi o aumento dos preços do petróleo, que por sua vez gerou um aumento geral nos preços dos produtos primários para a exportação. Tendo em vista que o preço para a exportação do ouro também subiu rapidamente, fez com que o padrão ouro fosse definitivamente abandonado.
A indústria sul Africana perdeu totalmente sua competitividade, o que fez com que a industrialização deteriorasse. O índice teve uma queda mais que a metade, anos antes do fim do apartheid. O alto custo em manter esse isolamento econômico em um mundo que se globalizava levou a África do Sul mudar o seu rumo.  E definitivamente a África do Sul abria suas portas para o comércio Internacional.  Se dava por então a abertura econômica Internacional da África do Sul.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Desenvolvida e Subdesenvolvida

Por: Patrícia Miri Dias

Economias desenvolvida e subdesenvolvida: o fator emprego

O grau de desenvolvimento do mercado de cada país é um indicador muito importante a ser analisado.
Existem acentuadas diferenças mercadológicas entre as economias desenvolvidas e subdesenvolvidas. Dentre essas, cumpre destacar e melhor se aprofundar na existência do pleno emprego presente nas nações de primeiro mundo, tão almejada pelas economias de inferior nível de desenvolvimento.
Pleno emprego dos recursos produtivos representa uma situação em que todos os fatores de produção da economia estão empregados. Observando de modo especial o fator trabalho, pleno emprego desse fator é atingido quando a economia atinge seu nível máximo de empregabilidade. Isto é, uma economia em que toda a mão de obra disponível encontra-se empregada, sem capacidade ociosa. Sem desemprego.
Nas economias subdesenvolvidas o desemprego pode ser classificado em três tipos distintos: o conjuntural, o incremental e o qualitativo.
O desemprego conjuntural seria mais um problema em curto prazo. Trata-se de um desemprego que pode ser potencialmente reduzido através de políticas de expansionistas, pois geralmente é consequência de uma crise. Esse tipo de desemprego ocorre tanto em economias desenvolvidas como em subdesenvolvidas (MAGALHÃES, 2009).
Já o desemprego incremental ocorre quando a geração de novos postos de trabalho de um país é menor do que a taxa de novos ingressantes no mercado de trabalho (MAGALHÃES, 2009), isto é, para uma economia ter sua taxa de desemprego incremental diminuída, precisa crescer além da demanda de trabalhadores novos, caso contrário ocasiona-se o aumento de trabalhadores informais. A solução para esse tipo de desemprego é a aceleração do crescimento.
Para o entendimento do desemprego qualitativo, faz-se necessária uma comparação entre os dois níveis de desenvolvimento. Suponhamos que uma economia subdesenvolvida emprega 70% da sua mão de obra na produção de 100 toneladas de soja, porém essa mesma quantidade de soja é produzida em outro país desenvolvido com apenas 10% desses trabalhadores, devido ao uso de tecnologias de ponta, então se conclui que o desemprego qualitativo do país subdesenvolvido é de 60%, pois se esse país emergente dispusesse da
mesma tecnologia que a outra nação, os 60% restantes desses trabalhadores estariam desempregados. (MAGALHÃES, 2009).
O desaparecimento do desemprego qualitativo somente acontecerá com o pleno desenvolvimento do país.
Porém, um país como o Brasil tem sua produtividade especializada no setor de commodities agrícolas e, consequentemente, um baixo valor agregado por trabalhador, o que impossibilita a extinção do desemprego qualitativo, cuja eliminação depende de se obterem níveis de produtividade não inferiores aos dos atuais países desenvolvidos (MAGALHÃES, 2009).


MAGALHÃES, João P.A. Macroeconomia do Emprego Desafios ao Desenvolvimento Brasileiro: contribuições do conselho de orientação do IPEA. v.1, Brasília, março, 2009.