Neste sábado dia 5 de Outubro de 2013, em uma reunião de estudantes do Curso de Ciências Econômicas de todas as Universidades do Estado do Rio Grande do Sul junto presidente Conselho e alguns Conselheiros, na sede CORECON RS localizado na Av. Siqueira Campus, 1184 - Salas 601, foi constituído o CORECON ACADÊMICO.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
DNA Econômico: Triste Realidade ??
DNA Econômico: Triste Realidade ??: Quatro anos atrás, o jornal colocou em sua capa uma foto da estátua do Cristo Redentor subindo como um foguete do Corcovado do Rio de Ja...
Triste Realidade ??
Quatro anos atrás, o jornal colocou em sua capa uma foto da estátua do Cristo Redentor subindo como um foguete do Corcovado do Rio de Janeiro, sob o título " O Brasil decola ".A economia, tendo estabilizado sob Fernando Henrique Cardoso, em meados da década de 1990, acelerou-se sob Luiz Inácio Lula da Silva no início de 2000. É quase tropeçou após o colapso do Lehman, em 2008 e em 2010 cresceu 7,5%, seu melhor desempenho em um quarto de século. Para aumentar a magia, o Brasil foi premiado tanto da Copa do Mundo de futebol do próximo ano e no verão Olimpíadas de 2016. Com a força de tudo isso, Lula convenceu os eleitores no mesmo ano para escolher como presidente sua protegida tecnocrática, Dilma Rousseff.
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Desenvolvimento da indústria automotiva brasileira
O primeiro automóvel a rodar
em solo brasileiro foi um Peugeot importado da França pelo aviador Alberto
Santos Dumont, isto ocorreu no longínquo ano 1893. Demorou 11 anos para a frota
paulistana de automóveis atingisse 83 carros e até a primeira guerra mundial
(1914-1918) o país somente importava carros montados. Enfim em 1919 surge a
primeira montadora de automóveis no Brasil a Ford Motor Company, onde seu
fundador Henry Ford proferiu a seguinte frase sobre o futuro desta nação “O
automóvel está destinado a fazer do Brasil uma grande nação”. Montado o famoso
modelo T, popularmente conhecido como Ford Bigode, em regime de CKD
(CompletelyKnock-Down), ou seja, as peças do veículo eram todas importadas e
ocorria somente a montagem na fabrica localizada no centro da cidade de São
Paulo.
Atraídas pela riqueza que o
café produzia na cidade de São Paulo, outras montadoras instalam suas fabricas
neste estado, são elas General Motors (1925) a InternationalHarvester (1926),
Fiat (1928). Com a grande depressão de 1929 e a segunda guerra mundial
(1939-1945) a economia mundial entra em colapso retardando a expansão do setor.
Com a retomada econômica
mundial a partir do fim da segunda guerra a importação de veículos e autopeças
representava em torno de 15% das importações do Brasil superando, em valores,
as importações de trigo e petróleo, isto levou o governo Getúlio Vargas
(1950-1954) a adotar as primeiras medidas governamentais em favor do fomento a
indústria automotiva nacional, primeiramente, proibindo a importação de
autopeças com similar nacional, em seguimento, proíbe a importações de veículos
completos. Vargas ainda viria a criar a Comissão Executiva de Material
Automobilístico, mas com o seu suicídio, o processo de formação da indústria
automotiva seria retardado, tomando novamente o ritmo inicial no governo
Juscelino Kubitschek (1956-1961).
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
A ECONOMIA DA ÁFRICA DO SUL E SOCIEDADE NO APARTHEID
Por: Renato Claser Denck
A ECONOMIA DA ÁFRICA DO SUL E SOCIEDADE NO
APARTHEID
A política econômica adotada no Apartheid era a industrialização por
substituição de importação (sustentada pelo excedente da exploração de ouro),
fazendo com que a África se tornasse um dos 10 países mais ricos do mundo, o
sistema implantado pela África do Sul era Protecionista, com o uso de tarifas,
para assim proteger o setor industrial local porém essa política fez com que
muitas sanções internacionais fossem criadas.
O Protecionismo na indústria era tão elevado, que o setor sozinho
contribuía com o PIB de tal maneira que contribuía mais que a mineração e a
agricultura juntas. A produção estava ligada a bens “estratégicos” como armas e
combustíveis. E a participação no comércio Internacional era de pelo menos 50%
do PIB durante o Apartheid (Butcer, 2004), entretanto nos últimos anos do
Apharteid viram este modelo de
acumulação afundar, vinculada assim na própria crise social.
Após o surto de expansão vivido nos anos 60, a economia praticamente
estagnou nos anos de 70 e 80. O crescimento econômico caiu pela metade e, além
disso, ficou muito volátil. Toda a demanda interna pública, privada e
investimentos, apresentaram uma rápida desaceleração. As importações superavam
as exportações, o que veio a se constituir no principal fator dos problemas de
balança de pagamentos.
Outro fator relevante foi o aumento dos preços do petróleo, que por sua
vez gerou um aumento geral nos preços dos produtos primários para a exportação.
Tendo em vista que o preço para a exportação do ouro também subiu rapidamente,
fez com que o padrão ouro fosse definitivamente abandonado.
A indústria sul Africana perdeu totalmente sua competitividade, o que fez
com que a industrialização deteriorasse. O índice teve uma queda mais que a
metade, anos antes do fim do apartheid. O alto custo em manter esse isolamento
econômico em um mundo que se globalizava levou a África do Sul mudar o seu
rumo. E definitivamente a África do Sul
abria suas portas para o comércio Internacional. Se dava por então a abertura econômica
Internacional da África do Sul.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Desenvolvida e Subdesenvolvida
Por: Patrícia Miri Dias
Economias desenvolvida e subdesenvolvida: o fator emprego
Economias desenvolvida e subdesenvolvida: o fator emprego
O grau de desenvolvimento do mercado de cada país é um indicador muito
importante a ser analisado.
Existem acentuadas diferenças mercadológicas entre as economias
desenvolvidas e subdesenvolvidas. Dentre essas, cumpre destacar e melhor se
aprofundar na existência do pleno emprego presente nas nações de primeiro
mundo, tão almejada pelas economias de inferior nível de desenvolvimento.
Pleno emprego dos recursos produtivos representa uma situação em que
todos os fatores de produção da economia estão empregados. Observando de modo
especial o fator trabalho, pleno emprego desse fator é atingido quando a
economia atinge seu nível máximo de empregabilidade. Isto é, uma economia em
que toda a mão de obra disponível encontra-se empregada, sem capacidade ociosa.
Sem desemprego.
Nas economias subdesenvolvidas o desemprego pode ser classificado em
três tipos distintos: o conjuntural, o incremental e o qualitativo.
O desemprego conjuntural seria mais um problema em curto prazo. Trata-se
de um desemprego que pode ser potencialmente reduzido através de políticas de
expansionistas, pois geralmente é consequência de uma crise. Esse tipo de
desemprego ocorre tanto em economias desenvolvidas como em subdesenvolvidas
(MAGALHÃES, 2009).
Já o desemprego incremental ocorre quando a geração de novos postos de
trabalho de um país é menor do que a taxa de novos ingressantes no mercado de
trabalho (MAGALHÃES, 2009), isto é, para uma economia ter sua taxa de
desemprego incremental diminuída, precisa crescer além da demanda de
trabalhadores novos, caso contrário ocasiona-se o aumento de trabalhadores
informais. A solução para esse tipo de desemprego é a aceleração do
crescimento.
Para o entendimento do desemprego qualitativo, faz-se necessária uma
comparação entre os dois níveis de desenvolvimento. Suponhamos que uma economia
subdesenvolvida emprega 70% da sua mão de obra na produção de 100 toneladas de
soja, porém essa mesma quantidade de soja é produzida em outro país
desenvolvido com apenas 10% desses trabalhadores, devido ao uso de tecnologias
de ponta, então se conclui que o desemprego qualitativo do país subdesenvolvido
é de 60%, pois se esse país emergente dispusesse da
mesma tecnologia que a outra nação, os 60% restantes desses
trabalhadores estariam desempregados. (MAGALHÃES, 2009).
O desaparecimento do desemprego qualitativo somente acontecerá com o
pleno desenvolvimento do país.
Porém, um país como o Brasil tem sua produtividade especializada no
setor de commodities agrícolas e, consequentemente, um baixo valor agregado por
trabalhador, o que impossibilita a extinção do desemprego qualitativo, cuja
eliminação depende de se obterem níveis de produtividade não inferiores aos dos
atuais países desenvolvidos (MAGALHÃES, 2009).
MAGALHÃES, João P.A. Macroeconomia do
Emprego Desafios ao Desenvolvimento Brasileiro: contribuições do conselho
de orientação do IPEA. v.1, Brasília, março, 2009.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Por: Márcio dos Santos
1. IDEB:
Comparando-se o IDEB das séries inicias do ano de 2005, tido
como base, com o de 2011, verificou-se um avanço de cerca de 26%, representando
um crescimento médio de 0,3 ponto a cada 2 anos. Cabe destacar que a meta de
crescimento é de 0,3 pontos em média até 2021, alcançando assim 6 pontos.
Entretanto, nas séries finais estamos crescendo a uma média de 0,1 ponto a cada
2 anos, onde no ano de 2011 ficamos abaixo da meta estabelecida com 3,6 pontos,
sendo a mesma 3,7 no período. Detivemos um modesto crescimento de 0,1 ponto em
média, representando um variação positiva de 13% em relação ao ano base (2005)
ao qual o IDEB foi de 3,2.
2. Taxa de Aprovação
2.1. Ensino Fundamental
No período analisado, a rede de escolas privadas obtiveram
uma média de alunos aprovados da ordem de 91,8, sendo assim o segmento com os
melhores resultados, seguido pelas escolas da administração municipal que
detiveram uma leve alta alcançando 83,8. Já as escolas estaduais mantiveram-se praticamente
estáveis, alcançando 74,3 pontos percentuais de seus alunos aprovados.
2.2. Ensino Médio
No município o Ensino Médio fica a cargo da administração
estadual e da iniciativa privada, não havendo desta forma escolas geridas pela
prefeitura de Canoas.
Verificamos uma queda crescente e leve na média de alunos
aprovados nesta etapa do ciclo educacional, onde de 2007 à 2011, o percentual
de alunos aprovados da rede privada apresentaram uma relativa queda de 5,6
pontos. Já na rede estadual este percentual foi de 1,9, alcançando assim 89,9 e
56,0 de alunos aprovados respectivamente. Ao totalizarmos, verificamos uma taxa
média de 64,4 em 2007 e de 62 em 2011, representando assim uma ligeira queda de
2,4 pontos.
3. Taxa de Reprovação
3.1. Ensino Fundamental
A taxa de reprovação total no Ensino Fundamental teve uma
leve queda no decorrer dos últimos 5 anos, alcançando assim, 15,7 pontos sendo
influenciada principalmente pela redução da taxa municipal, de 17,8 em 2010
para 13,9 em 2011. Entretanto, as melhores taxas mais uma vez ficam com a rede
de ensino privado com 7,8 após uma ligeira alta. A rede de escolas municipais
avançou em seus indicadores conforme anteriormente mencionado. Embora a rede
estadual manteve-se equilibrada sua taxa, continua com a maior taxa de alunos
reprovados, alcançando neste ano 23,2 pontos.
3.2. Ensino Médio
No município de Canoas a oferta de ensino médio é ofertada
apenas pela rede particular e estadual. Nesta modalidade de ensino,
verificou-se um aumento crescente das taxas de reprovação, sendo a escola
estadual a que mais contribui para este resultado, com uma elevação gradual de
suas taxas, passando de 25,7 em 2007 para 30,8 em 2011. As escolas particulares
detiveram as menores taxas, entretanto, vem de uma gradual elevação da taxa,
que em 2007 era de 4,1 para 9,5 em 2011.
4. Taxa de Abandono
4.1. Ensino Fundamental
A taxa de abandono escolar manteve-se
em 2011 relativamente estável em 2,1 pontos percentuais. Verificou-se também
uma pequena oscilação ao longo do período analisado. As redes estadual e
privada obtiveram uma diminuição no índice de evasão escolar, porém, na rede
municipal, a taxa obteve uma ligeira alta, passando de 1,6 para 2,3.
4.2. Ensino Médio
Percebeu-se uma relativa melhora nos
índices de evasão escolar de alunos do Ensino Médio. A rede estadual vem em uma
crescente diminuição da evasão, onde em 2007, a taxa de alunos era de 16,4 e em
2011 reduziu-se à 13,2. Na contramão da rede estadual estão as escolas
privadas, onde houve um relativo aumento no mesmo período analisado, passando
de 0,4 para 0,6.
5. Taxa Bruta de Frequência à Escola
Por tratar-se de um índice de
atualização a cada 10 anos através do censo demográfico feito pelo IBGE,
podemos notar nos dados disponíveis, uma relativa melhora na taxa de alunos
matriculados entre uma década e outra.
6. Distorção Idade-Série
6.1. Ensino Fundamental
A rede estadual de ensino obteve uma ligeira queda no
período, passando de 32,5 pontos percentuais em 2007 para 31,4. Tanto a rede
municipal, quanto a privada, detiveram um relativo aumento de suas respectivas
taxas. Sendo a rede municipal detentora de 29,3 pontos em 2011 e a privada, 9,9
no mesmo ano.
6.2. Ensino Médio
As escolas estaduais em 2007, detinham 50,3 pontos
percentuais de seus alunos em situação de distorção- idade/ série, entretanto,
durante o período analisado a mesma taxa sofreu uma leve redução, passando
agora para 46,4. A rede privada, por sua vez, continua em um movimento de viés
de queda de suas taxas, em 2007 a mesma era de 7,1 pontos, em 2010, chegou a
4,9.
7. Taxa de Alfabetização de pessoas de 15 anos ou mais de idade
A cidade de Canoas a alguns anos vem apresentando altas taxas
de alfabetização contando em 2010 com 97,38% de sua população alfabetizada.
8. Taxa de Analfabetismo
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